AS MULHERES USAM DROGAS SIM!
Manifestações que consideram impróprio
o consumo de álcool, tabaco ou outras drogas
por mulheres já foram bem mais comuns que
hoje em dia. Associado a isto, as indústrias
do tabaco e de bebidas alcoólicas focaram
nas mulheres como potenciais consumidoras já
desde os anos 50. As mulheres consomem SIM álcool,
cigarros (além de outras apresentações
do tabaco) e outras substâncias e já
o fazem em maior escala que os homens, pelo menos
em algumas faixas etárias, no caso do cigarro.
Esta dica não é uma sugestão
de que se proiba o consumo de drogas pelas mulheres,
mas uma lembrança de que as mulheres não
são isentas da ocorrência de neoplasias
e de problemas cardio-vasculares, respiratórios,
gastro-intestinais e tantos outros. Com o aumento
do consumo de substâncias, aumenta o risco
de ocorrência dos problemas a ele associados.
Se você é mulher e bebe, fuma ou consome
outras drogas, informe-se, consulte um profissional
da área e previna-se!
BEBER DE RISCO
Estudos epidemiológicos apontam que os riscos
decorrentes do consumo de bebidas alcoólicas
são maiores a partir de um certo ponto. Que
ponto é este? A determinação
do que é chamado "beber de risco"
leva em consideração a quantidade
de bebida alcoólica consumida, de acordo
com o sexo de quem a consome.
Mulheres: Se ingerirem mais de 7 doses por semana
ou mais de 3 doses por dia, correrão mais
risco de desenvolverem problemas de saúde.
Homens: Ingestão de mais de 14 doses por
semana ou mais de 4 doses por dia.
Dose= 1 lata de cerveja=300ml, 1 cálice de
vinho=150ml, 1 dose (martelo, por exemplo) de destilados=40
ml
VANTAGENS EM PARAR DE FUMAR
Após 20 min: freqüência cardíaca
começa ficar próxima da normal.
Após 12 horas: os níveis de monóxido
de carbono passam a voltar ao normal.
De 2 semanas a 3 meses: melhora da circulação
e os pulmões conseguem funcionar melhor.
De 1 a 9 meses: pode haver uma redução
na falta de ar e na tosse e redução
de risco de infecção pulmonar.
Após 1 ano: queda de 50% no risco de sofrer
doenças cardíacas em relação
a uma pessoa que continue fumando.
Após 5 anos: grande redução
no risco de sofrer um AVC.
Após 10 anos: queda de 50% no risco de câncer
de pulmão em relação a uma
pessoa que continue fumando.
Após 15 anos: o risco de sofrer doenças
cardíacas torna-se igual ao de uma pessoa
que nunca fumou.
SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA
Após interrupção do uso abusivo
de drogas podem ser percebidos um conjunto de sintomas
que variam segundo o grau de intoxicação
da substância. Estes sintomas vão desde
tremores, náuseas, irritabilidade, até
quadros com delírios e alucinações
EQUIPE DE PROFISSIONAIS DO PROATIVA
(Programa de Pesquisa e Atendimento à pacientes
com transtornos relacionados a uso de álcool,
drogas e tabaco)
* Referências Bibliográficas
Organização Mundial da Saúde.
Neurociências: consumo e dependência
de substâncias psicoativas. OMS, 2004.
Achutti A. (2001) Guia nacional de prevenção
e tratamento do tabagismo. 1a ed. Rio de Janeiro:
Vitrô Comunicação & Editora.